Em 1955, uma jovem estudante solteira tomou uma decisão impossível. Ela não podia criar seu filho recém-nascido sozinha, então decidiu entregá-lo para adoção, esperando que ele fosse para uma família com formação universitária que pudesse lhe dar uma vida melhor.

A primeira família escolhida para ele desistiu no último momento. Eles queriam uma menina, não um menino. O bebê foi rejeitado antes mesmo de sair do hospital, e uma nova família precisou ser encontrada rapidamente.
Um casal de classe trabalhadora entrou em cena. O pai era um mecânico que nunca terminou o ensino médio, e a mãe trabalhava como contadora. Eles não eram a família que sua mãe biológica havia imaginado, mas prometeram que um dia o mandariam para a faculdade, e ela concordou com a adoção.

Esse menino cresceu curioso, apaixonado por máquinas e extremamente criativo, passando a infância mexendo em coisas na garagem da família. Quando adolescente, teve coragem suficiente para ligar para o CEO de uma grande empresa de eletrônicos apenas para pedir peças de reposição.
Esse menino era Steve Jobs, cofundador da Apple e uma das figuras mais influentes da história da tecnologia.



